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crianca com alimentaçao seletiva

Tem uma criança com alimentação seletiva? Não é a única.

Tem uma criança com alimentação seletiva? Não é a única.

Verdade ou Mito?
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Verdade ou mito? Ao dizer "não" àquilo que a mãe e o pai querem que ela coma, a criança está a afirmar a sua independência.
Excelente!
Está certo. Ao recusar-se a comer o que a mãe e o pai querem que ela coma, a criança está simplesmente a mostrar que tem os seus próprios pensamentos e as suas próprias opiniões. Trata-se de uma etapa de desenvolvimento perfeitamente normal no caminho para a independência. Ela pode simplesmente querer analisar o alimento várias vezes antes de o comer. Alguns especialistas dizem que uma criança pode precisar que lhe ofereçam o mesmo alimento até oito vezes antes que se decida a comê-lo.
Não, de todo!
Ao recusar-se a comer o que a mãe e o pai querem que ela coma, a criança está simplesmente a mostrar que tem os seus próprios pensamentos e as suas próprias opiniões. Trata-se de uma etapa de desenvolvimento perfeitamente normal no caminho para a independência. Ela pode simplesmente querer analisar o alimento várias vezes antes de o comer. Alguns especialistas dizem que uma criança pode precisar que lhe ofereçam o mesmo alimento até oito vezes antes que se decida a comê-lo. Lembre-se de não obrigar o seu filho a comer. Continue simplesmente a oferecer-lhe uma seleção de alimentos saudáveis a cada lanche ou refeição. Em breve irá habituar-se e aceitar os alimentos saudáveis que o resto da família come.
Verdade ou Mito?
 

Dois fatores podem contribuir para a alimentação seletiva do seu filho: o seu ambiente e, claro, a sua alimentação. Há imensas coisas que pode fazer! Apresentamos-lhe algumas dicas fáceis de implementar para ajudar a limitar a alimentação seletiva do seu filho:

 

Prepare o terreno

• Crie um ambiente calmo durante o momento da refeição, desligando a televisão.

• Tenha um tabuleiro simples, limitando a quantidade de taças, colheres e copos. Muitas coisas à vista podem oprimi-lo e fazer com que perca o interesse em comer.

• Use objetos familiares à mesa — ver o mesmo babete, a mesma taça e os mesmos utensílios pode criar no seu filho um sentimento de conforto.

• Sente-se à mesa para comer, numa refeição familiar, e deixe-o participar na conversa.

• O apetite do seu filho nem sempre é o mesmo, mudando de refeição para refeição e de dia para dia. Não se preocupe demasiado se ele não comer a quantidade que acha que ele devia ingerir. Mostre-lhe que respeita os seus sinais de fome e de saciedade.

• Evite exercer pressão no seu filho para ele comer. O seu papel é decidir quais os alimentos e quando lhos deve oferecer, mas deixe o seu filho decidir se os quer comer e em que quantidade.

• Inclua um alimento que ele conhece em cada refeição, e deixe-o escolher se quer ou não provar os outros.

• Não lhe prepare outra comida — poderá incentivá-lo a continuar com este tipo de comportamento à refeição.

• Sirva pequenas porções (1 a 2 colheres de sopa) — grandes quantidades poderão oprimi-lo.

• Dê-lhe tempo para mastigar, engolir e até mesmo brincar um pouco com o novo alimento. Brincar com a comida é uma forma de aprender a conhecê-la. Apressá-lo acaba com o divertimento e só traz stress.

• Não se preocupe com a confusão! Tornará a experiência da alimentação muito mais agradável, tanto para si como para o seu bebé. Deixe-o explorar mesmo se a experiência se torna uma grande confusão — as crianças com esta idade precisam muitas vezes de olhar, tocar, cheirar e provar a comida antes de realmente começar a comê-la.

• Seja paciente. Se o seu filho rejeita um alimento, pode ser simplesmente porque não o está a reconhecer.

Em vez de desistir de apresentar um alimento rejeitado, tente prepará-lo de outra forma e ofereça-o novamente.

• Diversifique os alimentos saudáveis, e dê o exemplo ao comê-los também. Se uma criança vir a sua mãe, o seu pai ou os irmãos a comer um alimento rico em nutrientes, ficará muito mais disposta a prová-lo também.

• Não suborne com rebuçados. Esta prática ensina-lhe que alguns alimentos são desejáveis enquanto outros não.

• Seja realista. É possível que o seu filho nunca venha a gostar de couve de Bruxelas. Mas pode sempre ensiná-lo a aprender a alegria de experimentar novos alimentos na hora da refeição.

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