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Separação zero

Separação Zero. Aja já! Mantenham juntos pais e bebés que nascem cedo demais.

Como é que nós, seres humanos, há cinquenta mil anos, como homens modernos, Homo Sapiens, que estavam a dar os primeiros passos no mundo, sobreviveram?

Terça, 16 de Novembro de 2021

Como é que nós, seres humanos, há cinquenta mil anos, como homens modernos, Homo Sapiens, que estavam a dar os primeiros passos no mundo, sobreviveram? Sobreviveram pela sua vontade de se proteger, de criar melhores condições em épocas de muitos perigos e poucos recursos. Foi a fisiologia do ser humano, o cérebro altamente desenvolvido, com inúmeras capacidades, como o raciocínio abstracto, a linguagem, a introspecção, a resolução de problemas complexos e a sua capacidade de cooperar que os ajudou a sobreviver e a perpetuar a espécie através dos tempos.

Somos uma espécie que necessita de sociabilização, em cuja sobrevivência e aptidão para prosperar depende da ajuda de outros, da cooperação, de protecção, de segurança. Por isso é tão importante o tempo que passamos a sociabilizar, a conhecer os outros, a criar vínculos afectivos, promover a confiança, que são determinantes para formar famílias estruturadas, equipas coesas, capazes de superar desafios, serem felizes, terem sucesso. 

Todos nós sabemos que durante a gravidez, no momento do nascimento do bebé e no seu desenvolvimento ao longo dos primeiros meses, existem estímulos fisiológicos que são espoletados nos pais e nos bebés que são determinantes para a sua relação (pais/bebés), que fomentam o seu bem estar, contribuem para a sua recuperação, para a gestão da ansiedade e stress, para o aumento da confiança dos pais, para o crescimento e desenvolvimento saudável do bebé. 

No entanto, apesar da legislação (Lei 15/2014, 21 de março) e a Carta da Criança Hospitalizada estabelecerem que a criança doente tem direito até aos 18 anos ao acompanhamento permanente do pai e da mãe 24h por dia, e as administrações hospitalares deverem considerar nos seus planos, a modificação das instalações e das condições de organização dos serviços, de modo a melhor adaptarem as unidades existentes à presença dos acompanhantes, nem todos os hospitais dispõem de infraestruturas adequadas para que esse direito seja exercido dia e noite na maioria das Unidades de Neonatologia do país.

É por isso determinante que cooperemos todos para garantir que 50.000 anos depois, mais evoluídos que somos, não separemos à nascença pais e bebés que nascem cedo demais.

Este é o mote da campanha de sensibilização deste ano, do Dia Mundial da Prematuridade:

Separação Zero. Aja já! Mantenham juntos pais e bebés que nascem cedo demais.

Juntem-se a nós, a esta grande família, para dar voz a este apelo de não separar pais e bebés que nascem cedo demais. Vamos juntos ajudar a criar condições nas unidades hospitalares para que todos os pais que puderem e quiserem, fiquem junto dos seus bebés recém-nascidos que estão a lutar pela sua sobrevivência e qualidade de vida.   Vamos juntos, garantir que implementamos todos os Standards definidos no tópico “Infant and Family-Centred Developmental Care”, prestação de cuidados de desenvolvimento centrados na criança e na família e que são pilares fundamentais para a recuperação dos bebés prematuros, nomeadamente:

  1. Acesso contínuo 24h/7 dias à unidade onde está internado o bebé, aos pais ou alguém designado pelos pais.
  2. Garantir que os pais são membros da equipa de cuidados ao bebé, e assumem o primeiro papel na garantia doa seus cuidados, sendo igualmente parceiros activos nos processos de decisão que se referem ao seu bebé.
  3. Garantir a existência de um plano de gestão individualizada para cada recém nascido em colaboração com os pais, garantindo a capacitação dos pais antes da alta do bebé e garantindo o acompanhamento (follow-up) e continuação dos cuidados após a alta.
  4. Assegurar o Canguru Care (skin-to-skin contact)
  5. Assegurar o apoio psicológico, sócio económico e espiritual
  6. Assegurar um ambiente sensorial adequado e ajustado aos bebés (acústica, luminosidade, manuseamento/intervenções)
  7. Assegurar formação aos profissionais em comunicação e apoio emocional aos pais

Eles contam connosco, nós contamos consigo!

Paula Guerra 
Co-fundadora da XXS-Associação Portuguesa de Apoio ao Bebé Prematuro

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