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A fase do "não"!

A fase do “não”!

 

Não acredito nisto. Há já alguns dias, a minha criança – normalmente muito sorridente e querida – diz "NÃO" a tudo e faz birra sempre que eu própria lhe digo "NÃO"! É um bocado cedo para uma crise de adolescência, o que devo fazer?

Sexta-feira, 20 de Maio de 2016

A fase do "NÃO"

 

Agora que o seu bebé já gatinha, mostra alguma independência e até está a começar a falar (embora a linguagem usada seja misteriosa para quem ouvir pela primeira vez, quase compreensível para os pais), vai querer transmitir-lhe o que ele gosta e – claro – o que ele não gosta. O seu "bebé grande", cujo progresso a deixa de "boca aberta" e cheia de orgulho, está agora a desafiar a sua autoridade. E, ainda por cima, o seu bebé diverte-se com isso! Depois de ter ultrapassado o choque, você vai ter de aprender a permanecer calma, mas firme. Não é fácil ser mãe. Nós sabemos isso muito bem!

 

Mas então porque é que o meu bebé está sempre a dizer "NÃO"?

Até agora o seu adorável bebé dizia "mãe" e "pai", dava nomes aos objetos, às pessoas ou a situações específicas. Contudo, entre os 18 e os 24 meses, a infame palavra "NÃO" parece ter substituído todas as outras. Esta atitude marca a adesão do seu filho ou filha à função simbólica da linguagem, um momento em que as crianças passam a ser capazes de compreender o conceito de negação. É um passo gigante… o seu bebé pode até vir a transformar-se num filósofo!

O bebé também percebe rapidamente que esta nova palavra é uma maneira de testar a sua autoridade e explora um pouco a situação. Esta fase vai passar, especialmente se você for firme!

 

"NÃO!", portanto "Eu sou"!

Andar, largar as fraldas, dizer as primeiras palavras… O bebé torna-se independente e descobre o mundo. Ao mesmo tempo, a personalidade do bebé manifesta-se e recorre frequentemente ao "NÃO", mas também ao "eu quero", ao "tu, não" e a outras expressões deste género, por vezes acompanhadas de birras.

Você está provavelmente um pouco espantada e com a sensação que anda falar com uma parede, mas esta fase é necessária à sua criança. Ao dizer "NÃO", as crianças estão – de facto – a dizer "Eu sou". É uma maneira de se afirmarem e ajuda-as a construírem a sua personalidade, diferenciando-se assim dos seus pais. O seu bebé vai testar os limites até o deixar ir e, ao mesmo tempo que desafia a mãe e/ou o pai, está um verdadeiro "anjinho" com a avó e com a ama. É difícil de aceitar, mas é completamente natural!

 

Os "Nãos" que significam "SIM"

Mães sensatas sabem muito bem que o "NÃO" é complexo e tem mais do que um significado. Compreender os significados dos "NÃO" é uma arte!

Não é fácil distingui-los:

•        "NÃO" pronunciado por hábito (azar, mesmo quando eu lhe ía dar um doce!),

•        "NÃO" amuado (o bebé não quer entrar no carrinho, porque você o tirou do baloiço!),

•        "NÃO" cansado (normalmente, precedente de uma grande birra!),

•      mas também o "NÃO" que quer dizer "sim" (quando dizem "NÃO" ao mesmo tempo que abanam a cabeça a dizer que "SIM")…

•        … e, não esquecer o "NÃO" firme, quando lhe apresenta um novo alimento (mesmo no meio da fase de neofobia alimental,  não é surpreendente!).

Explicação: o seu bebé está a fazê-la compreender que se vai fazer o que lhe manda é porque ele – bebé – decidiu que sim ("o bebé é muito simpático"). Começa a parecer que a adolescência vais ser uma fase muito divertida!

 

Você é que manda! (sim, é você)

Como arranjar uma solução, permanecendo paciente? Não há nada melhor do que distraí-los. Quem é que já não ficou muito grato a outros pais quando distraem a criança numa viagem de avião ou de comboio, evitando assim uma birra e uma série interminável de "Nãos".

A principal dificuldade é encontrar um ponto de equilíbrio: não ser demasiado firme para evitar uma humilhação da criança, permitindo-lhe construir a sua personalidade; nem ser demasiado permissivo permitindo que a criança dite as regras. Se a sua criança disser "não" umas poucas vezes, não dê demasiada importância, permanece calma e firme sem entrar em disputas. Todos cedemos ocasionalmente, tem de ser reconhecido…

A regras de ouro é fazer a criança compreender – repetidamente – que quem decide é você (deixando, ou não, que ela diga "não"). "Não" é "não". Neste ponto, você não deve ceder: marcar os limites (sem pai e mãe se contradizerem!) é essencial para a sua criança.

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