Mulher grávida formando coração com mãos na barriga.
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Como reduzir o risco de um parto prematuro?

Jul 30, 2026
4minutos

A sua gravidez é de risco e pergunta-se como diminuir o risco de vir a ter um parto prematuro? Descubra quais as causas de parto prematuro e os nossos conselhos.

Ter um parto prematuro é uma preocupação com a qual muitas mulheres vivem durante a gravidez. Mas afinal, o que é uma gravidez prematura? Quais são as causas de um nascimento prematuro? E o que pode fazer para minimizar o risco? A boa notícia é que existem medidas que podem ser adotadas em qualquer fase da gravidez ou mesmo antes de engravidar. Aqui ficam alguns aspetos importantes a considerar.

O que poderá encontrar neste artigo:

O que é uma gravidez prematura?

Um bebé precisa de cerca de 40 semanas de gestação no útero para crescer e desenvolver-se plenamente. Se o parto ocorrer antes das 37 semanas, os profissionais de saúde consideram tratar-se de um parto prematuro ou nascimento prematuro. As últimas semanas de gravidez são importantes para o desenvolvimento do cérebro, pulmões e outros órgãos do bebé. Por isso, quando o nascimento acontece antes do tempo, pode ser necessário acompanhamento médico especializado.

 

Quais são as causas e os fatores de risco de um parto prematuro?

Nem sempre é possível identificar com precisão a causa de um parto prematuro, mas existem alguns fatores de risco conhecidos.

As três principais causas associadas a uma gravidez prematura são:

  • Já ter tido um bebé prematuro anteriormente;
  • Gravidez múltipla (gémeos, trigémeos, etc.);
  • Problemas no útero ou no colo do útero.

Certas condições médicas antes e durante a gravidez também podem aumentar o risco, tal como fatores relacionados com a idade, a origem étnica ou o estilo de vida.

 

Sinais de alerta de parto prematuro

Alguns sintomas podem indicar risco de parto prematuro e devem ser avaliados rapidamente:

  • contrações regulares antes das 37 semanas
  • pressão pélvica intensa
  • dor lombar persistente
  • perda de líquido
  • alterações no corrimento vaginal
  • diminuição dos movimentos do bebé

Perante qualquer um destes sinais, deve contactar o seu médico assistente ou dirigir-se ao serviço de urgência.

 

Um estilo de vida saudável para evitar um parto prematuro

Diversos fatores ligados ao estilo de vida podem influenciar o risco de parto prematuro, incluindo o excesso de peso ou baixo peso.

Durante a gravidez, é importante manter um peso saudável através de uma alimentação equilibrada. Para garantir que o organismo recebe os nutrientes necessários antes e durante a gravidez, pode ser útil tomar vitaminas pré-natais, que fornecem vitaminas essenciais ao crescimento do bebé.

É aconselhável evitar fumar, consumir álcool ou tomar medicamentos sem indicação médica. A prática de atividade física regular também é recomendada, de acordo com as orientações para cada trimestre.

Garanta um acompanhamento pré-natal adequado e trate rapidamente quaisquer problemas de saúde crónicos. Algumas infeções urinárias ou vaginais podem aumentar o risco de parto prematuro, pelo que é importante procurar avaliação médica perante sintomas suspeitos. O stress crónico pode estar associado a um maior risco de complicações na gravidez, embora vários fatores possam estar envolvidos. Seguir estas recomendações pode ajudá-la a viver a gravidez com mais tranquilidade e a proporcionar o melhor início de vida possível ao seu bebé.

 

O que fazer se estiver em risco de parto prematuro?

Se souber que existe risco de parto prematuro, ou se estiver preocupada, fale com o seu médico. Um acompanhamento mais próximo pode permitir detetar precocemente eventuais sinais de complicações ou de parto prematuro.

O médico poderá também sugerir alterações no estilo de vida para reduzir os riscos. O stress elevado pode aumentar a probabilidade de parto prematuro, pelo que aprender a geri-lo é essencial. Procurar apoio em organizações especializadas, preparar-se para o parto e informar-se sobre cuidados ao bebé prematuro pode ajudar a diminuir a ansiedade e aumentar a sensação de controlo.

 

Os riscos de gravidezes muito próximas

Se acabou de ter um bebé e está a pensar engravidar novamente, recomenda-se que espere pelo menos 18 meses antes de tentar uma nova gravidez. O corpo precisa de tempo para recuperar, e engravidar antes desse período pode aumentar o risco de parto prematuro.

Caso tenha mais de 35 anos, tenha sofrido uma perda gestacional ou tenha tido um bebé natimorto, deve consultar o seu médico para saber qual o intervalo mais adequado antes de uma nova gravidez.

A importância do acompanhamento pré-natal

As consultas regulares permitem acompanhar o desenvolvimento do bebé e identificar precocemente possíveis complicações. O seguimento médico adequado é essencial para reduzir riscos e orientar os cuidados mais adequados em cada fase da gravidez.

 

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Perguntas Frequentes sobre Parto Prematuro

O que é considerado um parto prematuro?

Um parto é considerado prematuro quando ocorre antes das 37 semanas de gravidez.

Quais são os principais sinais de um parto prematuro?

Os sinais podem incluir contrações regulares, dor lombar persistente, pressão pélvica ou alterações no corrimento vaginal. Perante estes sintomas, deve contactar o médico.

É possível prevenir um parto prematuro?

Nem todos os casos podem ser evitados, mas manter um estilo de vida saudável, fazer acompanhamento médico regular e controlar fatores de risco pode ajudar a reduzir a probabilidade.

O stress pode causar parto prematuro?

O stress elevado pode aumentar o risco, pelo que é importante adotar estratégias de gestão emocional durante a gravidez.

Quanto tempo deve esperar antes de engravidar novamente?

Recomenda-se aguardar pelo menos 18 meses após um parto, embora o tempo ideal possa variar conforme cada situação clínica.

É possível ter uma gravidez saudável após um parto prematuro?

Sim. Muitas mulheres que tiveram um parto prematuro conseguem ter gravidezes seguintes saudáveis e chegar ao termo da gestação. No entanto, o antecedente de prematuridade pode aumentar o risco numa gravidez futura, pelo que é importante ter acompanhamento médico pré-concecional e vigilância pré-natal adequada.